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	<title>A festa do asno</title>
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	<description>E quando volvades celebrá-la, esta festa do asno, fazede-o por amor a vós, fazede-o também por amor a mim! E em memória minha!</description>
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		<title>Caos e mais eu</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2007 13:45:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tomas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sen clasificar]]></category>

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		<description><![CDATA[Um amigo que nunca me abandona e que por muito que me queiram afastar del, sempre volve, porque nunca marchou.
Prometo-che, amigo meu, que nunca mais  intentarei desfazer-me de ti por ninguém, porque eu som ti, e tu es eu.

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Um amigo que nunca me abandona e que por muito que me queiram afastar del, sempre volve, porque nunca marchou.</p>
<p>Prometo-che, amigo meu, que nunca mais  intentarei desfazer-me de ti por ninguém, porque eu som ti, e tu es eu.</p>
<p><img src="http://img160.imageshack.us/img160/3564/caosqu4.jpg" /></p>
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		<title>O pior filme da história?</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Sep 2007 11:10:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tomas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cousas de mentes enfermas]]></category>

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		<description><![CDATA[Onte continuamos o ciclo de cinema &#8220;Ed Wood: o pior diretor da história do cinema&#8221;, da associaçom Casco Vello. Apos de apresentar ao diretor co filme de Tim Burton a semana passada, esta semana tocou &#8220;Glen or Glenda&#8221;, o primeiro filme de Wood. Vários críticos o consideram o pior filme da história do cinema, competindo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Onte continuamos o ciclo de cinema &#8220;Ed Wood: o pior diretor da história do cinema&#8221;, da associaçom Casco Vello. Apos de apresentar ao diretor co filme de Tim Burton a semana passada, esta semana tocou &#8220;Glen or Glenda&#8221;, o primeiro filme de Wood. Vários críticos o consideram o pior filme da história do cinema, competindo com &#8220;Plan 9 from Outer Space&#8221;, do mesmo diretor, e que projetaremos dentro de duas semanas.</p>
<p>E os críticos nom esageram neste caso. O filme é tam sumamente mau que por momentos toca o surrealismo mais demencial. O copy-paste de escenas sem sentido, a apariçom injustificada dum avelhentado Bela Lugosi, a durissima seqüência central de pseudoerotismo-bondage&#8230; Afortunadamente é um filme breve, já que a saude mental do público poderia ver-se afectada, e na associaçom nom temos seguro de responsabilidade civil por atividades perigosas.</p>
<p>De todos jeitos, &#8220;Glen or Glenda&#8221; tem algo que nom tenhem outros filmes, que a cada escena, a cada seqüência vai-se criando no espectador um desacougo que o faz quedar pegado ao asento, com os olhos fixos na pantalha para ver qual será o seguinte despropóssito de Wood.  Magníficamente mala, poderia-se dizer.</p>
<p>Aqui deixo a ligaçom ao filme enteirinho, para que o que tenha curiosidade e valor suficiente sufra 68 minutos de horror. Porque depois de ver este filme, a nossa percepçom do cinema nunca volverá ser igual.</p>
<p>Sufride:</p>
<p><a href="http://stage6.divx.com/user/erroneous/video/1324860/Glen-Or-Glenda-(Ed-Wood-Jr-)-1953">http://stage6.divx.com/user/erroneous/video/1324860/Glen-Or-Glenda-(Ed-Wood-Jr-)-1953</a></p>
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		<title>I&#8217;m forever yours&#8230; faithfully</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Sep 2007 13:59:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tomas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nostálgias]]></category>
		<category><![CDATA[Vita Brevis]]></category>

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		<description><![CDATA[
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		<title>Palavras de ánimo (II)</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Sep 2007 14:54:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tomas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vita Brevis]]></category>

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		<description><![CDATA[Estas som as palavras de alguém que dorme a escasos centímetros da minha cabeça, a voz de alguém que me acompanha sempre, o mestre John Milton. Penso que o mundo seria melhor se todo o mundo lesse The Paradise Lost, mas ao melhor me equivoco, como ocorre a miúdo.
Estes som versos pronunciados polo próprio Luzifer, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estas som as palavras de alguém que dorme a escasos centímetros da minha cabeça, a voz de alguém que me acompanha sempre, o mestre John Milton. Penso que o mundo seria melhor se todo o mundo lesse <em>The Paradise Lost</em>, mas ao melhor me equivoco, como ocorre a miúdo.</p>
<p>Estes som versos pronunciados polo próprio Luzifer, após a sua caida aos infernos, e sempre as lembro quando caio, para erguer-me outra vez contra o que me faz caer. Pode que sejam palavras de vingança, mas a vingança, ainda que perigosa, também é um motor poderoso para renascer.</p>
<p><font face="Georgia" size="2"><font color="#000000" face="Georgia" size="3"><em>                            How wearisome</em></font></font></p>
<p><font face="Georgia" size="2"><font color="#000000" face="Georgia" size="3"><em>Eternity so spent in worship paid</em></font></font></p>
<p><font face="Georgia" size="2"><font color="#000000" face="Georgia" size="3"><em>To whom we hate!<br />
</em></font></font></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Palavras de ánimo (I)</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Sep 2007 13:17:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tomas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vita Brevis]]></category>

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		<description><![CDATA[Cada vez que me ergo sem ganas de fazer nada, baixo de moral polos motivos que sejam, e a indústria farmacéutica nom pode fazer nada para que esteja melhor, sempre existem palavras mágicas que fam que renasça e lembre quais som os meus motivos para seguir caminhando.
Esta é umha pequena homenagem a esse meu pequeno [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cada vez que me ergo sem ganas de fazer nada, baixo de moral polos motivos que sejam, e a indústria farmacéutica nom pode fazer nada para que esteja melhor, sempre existem palavras mágicas que fam que renasça e lembre quais som os meus motivos para seguir caminhando.</p>
<p>Esta é umha pequena homenagem a esse meu pequeno panteom privado de papel e tinta, e começarei polas palavras de um sonhador que a tantos inspirou, Jorge Luis Borges. Este é um pequeno fragmento d0 relato &#8220;Deutsches Requiem&#8221;, publicado em <span>El Aleph</span>:</p>
<p><font face="Georgia" size="2"><font color="#000000" face="Georgia" size="3"><em>Me satisface la derrota, porque ha ocurrido,       porque está innumerablemente unida a todos los hechos que son, que       fueron, que serán, porque censurar o deplorar un solo hecho real es       blasfemar del universo</em></font></font>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O home que queria ser um conceito (I)</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Aug 2007 15:18:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tomas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cousas de mentes enfermas]]></category>

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		<description><![CDATA[ 	 	 	 	 	 	 	 	
Todos sentimos pavor ante a morte e quem diga o contrário minte. O que ocorre é que no fundo dos nossos pensamentos, negamos-nos a possibilidade de que chegue a hora definitiva e por isso podemos vivir sem o lastre do inevitável. Esse era exactamente o problema de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><title></title> 	 	 	 	 	 	 	 	<!-- 		@page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--></p>
<p>Todos sentimos pavor ante a morte e quem diga o contrário minte. O que ocorre é que no fundo dos nossos pensamentos, negamos-nos a possibilidade de que chegue a hora definitiva e por isso podemos vivir sem o lastre do inevitável. Esse era exactamente o problema de Markus Schoell, a incapacidade de soterrar a ideia de morrer no recanto mais escuro dos seus miolos. O tal Markus tinha tanto medo que nim sequer toda a legiom de psiquiatras que o tratáram desde a sua mais tenra infáncia foram quem de fazê-lo esmorecer nem o mais mínimo.</p>
<p>O senhor Schoell, um home feito e dereito já, levava anos intentando achar umha soluçom ao seu grave problema. Investira milheiros de horas em estudar a ciência médica, a química e mesmo os segredos melhor gardados da alquímia para ao final nom conseguir rem, só achegar-se mais ao momento fatal. Já probara também a buscar resgardo na religiom, mas nengumha lhe satisfazia, já que um home tam lido como el nom podia crer em resurrecçons milagrosas, ciclos cósmicos ou perralhadas polo estilo. Markus Schoell estava só, caminhando dia a dia, minuto a minuto, cara à senhora da dança macabra.</p>
<p>Mas umha noite, mentres tentava cair nas mans do sonho sentado na cadeira do seu estudo, após ingerir cantidades de ansiolíticos e somníferos capazes de durmir a umha jugada de bois, veu-se invadido por umha ideia magnífica, única, a soluçom ao seu problema. A resposta ao dilema da sua vida (e da sua morte) era tam simples que nom se estranhou de nom ter caido antes, quando ocupava as suas horas nos mais fondos estudos. O único que tinha que fazer era converter-se em um conceito.</p>
<p>Bem pensado, os conceitos, ainda que nom eternos, duram tempo abondo como para que a morte seja algo o suficientemente afastado. Tempo, espaço, mundo, humanidade, existência&#8230; havia milheiros, quiçá mais que pessoas. Por quê nom havia converter-se el em um mais e engordar a lista um pouco?</p>
<p>Logo, ilusionado com esta nova possibilidade e com o apuro que sente todo aquel que vive baixo a sombra da espada de Damocles, Markus Schoell começou a fazer os preparativos para a sua conversom em conceito.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A terra é nossa (e o sacho também)!!!</title>
		<link>http://festadoasno.blogaliza.org/2007/08/10/re-construindo-galiza-a-golpe-de-sacho/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Aug 2007 14:33:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tomas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sen clasificar]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje pola manhá atopei com esta nova, que me fixo chorar da risa:
http://www.galizalivre.org/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=892&#38;Itemid=1
Penso que este é um dos actos reivindicativos mais inteligentes do independentismo nos últimos anos. Muito temos que sachar ainda para livrar a Galiza de todos os seus males, mas é um começo, um começo muito bom.
Parabéns, companheiros. Avante a revoluçom a golpe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje pola manhá atopei com esta nova, que me fixo chorar da risa:</p>
<p><a href="http://www.galizalivre.org/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=892&amp;Itemid=1">http://www.galizalivre.org/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=892&amp;Itemid=1</a></p>
<p>Penso que este é um dos actos reivindicativos mais inteligentes do independentismo nos últimos anos. Muito temos que sachar ainda para livrar a Galiza de todos os seus males, mas é um começo, um começo muito bom.</p>
<p>Parabéns, companheiros. Avante a revoluçom a golpe de sacho!!!</p>
<p><img src="http://galiza.indymedia.org/images/2007/08/11942.jpg" height="310" width="413" /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O passamento de Zoroastro</title>
		<link>http://festadoasno.blogaliza.org/2007/07/30/o-passamento-de-zoroastro/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jul 2007 10:27:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tomas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cousas de mentes enfermas]]></category>
		<category><![CDATA[Vita Brevis]]></category>

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		<description><![CDATA[ 	 	 	 	 	 	 	 	 	
O dia que morrim um pássaro saiu da minha boca. Era negro, e coas suas alas de escuridade rachou a cortina do ceo nocturno, voando cara a nengumha parte.
O dia que morrim a senhora da dança macabra nom se apresentou à cita, assim que fiquei eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><title></title> 	 	 	 	 	 	 	 	<!-- 		@page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--> 	</p>
<p>O dia que morrim um pássaro saiu da minha boca. Era negro, e coas suas alas de escuridade rachou a cortina do ceo nocturno, voando cara a nengumha parte.</p>
<p>O dia que morrim a senhora da dança macabra nom se apresentou à cita, assim que fiquei eu só, dançando coa única melodia que lembrava, aquela da festa do asno, aquela que me fazia livre.</p>
<p>O dia que morrim o titiriteiro estava durmido, morto, pois já nom havia signos de vida no seu corpo inexistente e irracional. Acheguei-me, coa reverência que se deve a um deus cadáver, e descubrim que nom era mais que outra estátua de bronze, verde polo passo da eternidade.</p>
<p>O dia que morrim entrou-me a curiosidade e por primeira vez puidem botar umha olhada polo espelho multifazetado da realidade. Contam que quando tudo acaba a tua vida passa diante dos teus olhos, mas nom é assim. O que o espelho amosa som os labirintos, os sendeiros possíveis, as nom-vidas, o que puido ser ou quiçá foi em outros espectros do mundo.</p>
<p>O dia que morrim passei um longo nom-tempo esculcando a totalidade, e por primeira vez fum capaz de compreender o seu significado, pois é singelo, simples, trivial.</p>
<p>Foi umha mágoa que nom estar vivo para podé-la descrever, mas suponho que som os dons do sonho eterno. Isto foi o que ocorreu o dia que morrim.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Richard Stallman &#8220;Free Software Song&#8221;</title>
		<link>http://festadoasno.blogaliza.org/2007/07/29/richard-stallman-free-software-song/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Jul 2007 10:41:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tomas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cousas de mentes enfermas]]></category>
		<category><![CDATA[Software livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Há uns meses atopei por casualidade com este vídeo de Richard Stallman. O paisano em questom, que pareze um hippie zarrapastroso e tirado, resulta que é quiçá o programador informático mais brilhante do mundo, principal impulsor do Software Livre, parte do mítico grupo de hackers do MIT durante os anos 80, e presidente e fundador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há uns meses atopei por casualidade com este vídeo de <a href="http://gl.wikipedia.org/wiki/Richard_Stallman">Richard Stallman</a>. O paisano em questom, que pareze um hippie zarrapastroso e tirado, resulta que é quiçá o programador informático mais brilhante do mundo, principal impulsor do Software Livre, parte do mítico grupo de hackers do <a href="http://gl.wikipedia.org/wiki/MIT">MIT</a> durante os anos 80, e presidente e fundador do projeto <a href="http://gl.wikipedia.org/wiki/GNU">GNU</a>, que é, por dizê-lo de algum jeito, o centro arredor do que gira o mundo do software livre.  Aqui o temos cantando, evangelizando polo mundo adiante, que é o que faz a maior parte do tempo. Terá detratores, si, que o tacham de paiaso e de restar credibilidade ao mundo do soft livre, mas nom podemos negar que estamos ante um paisano que, com todas as suas rarezas e excentricidades (que som abondas), fixo mais por todos nós que qualquera outro que se jacte de té-lo feito. O tempo dirá, e o futuro porá a Richard Stallman no seu sítio.</p>
<p><code>
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			data="http://www.youtube.com/v/9sJUDx7iEJw"
			width="425"
			height="350">
	<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/9sJUDx7iEJw" />
	<param name=wmode" value="transparent" />
</object></code></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ubuntu em um cómic Marvel</title>
		<link>http://festadoasno.blogaliza.org/2007/07/28/ubuntu-em-um-comic-marvel/</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Jul 2007 13:28:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tomas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Pois si, a intertextualidade no mundo da banda desenhada chega ao nível dos sistemas operativos, como se pode observar nesta página do número 4 de Mighty Avengers. Podemos ver o GRUB de arranque com a lista de kernels, que vem sendo o que sae quando arrancamos o sistema, e nos permite seleccionar quê kernel empregar. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois si, a intertextualidade no mundo da banda desenhada chega ao nível dos sistemas operativos, como se pode observar nesta página do número 4 de <em>Mighty Avengers. </em>Podemos ver o GRUB de arranque com a lista de kernels, que vem sendo o que sae quando arrancamos o sistema, e nos permite seleccionar quê kernel empregar. Esperemos que esta imagem se volte mais comum dia a dia na banda desenhada, no cinema e na TV. <em>Share the software!!!</em></p>
<p><a href="http://ubuntudaily.com/wp-content/uploads/1185408112656.jpg" target="_blank"><img src="http://ubuntudaily.com/wp-content/uploads/1185408112656.jpg" height="496" width="320" /></a></p>
]]></content:encoded>
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