Arquivo de 'Sen clasificar'

Caos e mais eu

16 setembro 2007

Um amigo que nunca me abandona e que por muito que me queiram afastar del, sempre volve, porque nunca marchou.

Prometo-che, amigo meu, que nunca mais  intentarei desfazer-me de ti por ninguém, porque eu som ti, e tu es eu.

A terra é nossa (e o sacho também)!!!

10 agosto 2007

Hoje pola manhá atopei com esta nova, que me fixo chorar da risa:

http://www.galizalivre.org/index.php?option=com_content&task=view&id=892&Itemid=1

Penso que este é um dos actos reivindicativos mais inteligentes do independentismo nos últimos anos. Muito temos que sachar ainda para livrar a Galiza de todos os seus males, mas é um começo, um começo muito bom.

Parabéns, companheiros. Avante a revoluçom a golpe de sacho!!!

Apresentaçom de “Os dominios de Gólgur”

18 xullo 2007

O vindeiro martes dia 24 apresenta-se no Festigal (em Compostela, na explanada dos colégios maiores do Campus Sul) “Os dominios de Gólgur”, unha novela de fantasia em galego, escrita por John Alonso. A ediçom corre a cargo de Moisés Barcia (Rinoceronte Editora), e na apresentaçom falarám o escritor e mais o editor, e haverá também assinatura de livros e se cadra algum livro de balde (nom estaria mal).
Há um par de meses tivem a oportunidade de ler a novela em pdf, e a verdade quedei gratamente sorprendido. Ainda que começa a um ritmo bastante baixo, cara à metade ganha muito. “Os domínios de Gólgur” está ambientada numha sorte de Galiza medieval na que nom existe o cristianismo, umha espécie de “what if”, para entender-nos. Nom se trata da típica novela de fantasia épica tipo Tolkien, senom que predomina o humor, lembrando por momentos a Terry Pratchett e inclussive a “A espada rota” de Poul Anderson. Como dado curioso, poderia comentar que os nobres galegos deste mundo também som roleiros (jogam algo chamado “teatro de roles” que vem sendo umha partida de rol em toda regra), assim como outros muitos detalhes frikis que conseguem que seja umha leitura amena para todos os que gostamos do rol, a fantasia e demais movidas polo estilo.
A apresentaçom será o dia 24 às 21h, ainda nom se sabe se na caseta de Rinoceronte Editora ou na da Livraria Pedreira, mas como estám a escasos metros, malo será que nom se veja.
Ogalhá este seja o começo dum verdadeiro mercado de literatura de fantasia e ciência ficçom em galego, tudo depende do éxito deste projeto, assim que espero ver aló a todas as hordas de engendros frikis e roleiros possíveis.

How to paint the MONA LISA with MS PAINT

10 xullo 2007

Sem palavras…

Tribute to Ixion

4 xullo 2007

Eramos novos, eramos aloucados, eramos sexys (alguns de nós polo menos), eramos Ixion.

Para os que nom tivessem o prazer ou desgraça de conhecer-nos, Ixion era um grupo de Hard Rock melódico com temática de ficçom científica (soa raro pero era umha temática bastante comum entre as bandas dos oitenta). A vida de Ixion foi relativamente breve, andamos por aí entre os anos 2003 e 2004, coido, e só demos um concerto, na faculdade de Filologia, acompanhados polos Codename.

Os membros da banda eramos Héctor alias ‘Papá’, na parte vocal, Vitocho na guitarra solista, um servidor na guitarra rítmica, Marcos no baixo, Jorge’s nos teclados e Felipín na bateria. Todo um conjunto de engendros para extender o mal polo mundo.

Aqui quedam umhas fotos daquel primeiro concerto, e também o nosso hit ‘Ven hacia mi’, gravado numha habitaçom de escasos metros cadrados, com um Windows 98 SE, algum Cubase antigo e umha tarjeta Maxi Sound Studio Isis (toda umha relíquia). Vede, oíde e horrorizai-vos.

Panorámica geral do concerto, para os que o virom sem lentes

Papá dando-o tudo, a ver se caia algumha grupi

Vito e Jorge’s, um bom par de patas para um banco

Marcos e mais eu, “vaia par de dous” -dixo o demo quando se sentou cagar e mirou cara a abaixo

Vito, repartindo amor a cada passo

Um servidor, com o bigode a ponto para a ocasom

Horror??? Medo??? Pánico???

Espero que si

De estrea

14 xuño 2007

Bom, a verdade é que levo várias semanas remoendo a ideia de abrir um blogue, e ameaçando a amigos e companheiros com publicar as minhas palhas mentais, deixando umha janela aberta à minha mente enferma. E enfim, fixem reais as minhas ameaças e velaqui A festa do asno, umha festa de conhecimento e destruçom à que todo o mundo está convidado.